Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil

Enviada em 15/09/2021

Promulgada pela Organização das Nações Unidas, em 1948, Direitos Humanos garantem a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar social. Entretanto, no Brasil, há uma parcela da população que não desfruta desse benéficio na prática. Nesse sentido, é importante salientar as principais afirmações negativas sobre o avanço das variantes da covid-19 e uma possível solução para driblar esse problema.

Em primeira análise, é importante ressaltar o Governo como principal responsável desse incômodo. Para o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser usada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio da sociedade seja alcançado. Conquanto, a realidade é justamente o oposto, o resultado se reflete nos hospitais, por falta de leitos, ventilação para intubar casos graves e a escassez de vacinas para a prevenção do avanço dos vírus como delta, gama e alpha. cabe ao poder judiciário resolver essa causa.

Outrossim, destaca-se os elevados números de óbitos na saúde pública do País, Segundo Santo Agostinho, a liberdade e a responsabilidade andam juntas. Além disso, com a demora da vacinação e sem nenhum medicamento científicamente comprovado para combater a doença, a população dessa nação é prejudicada.

É evidente, portanto, que ainda há entraves para a solidificação de políticas públicas para a construção de um mundo melhor. Dessa forma, o Estado, junto com o Ministério da Saúde, devem investir na compra das vacinas que tenham a aprovação da Agência Nacional de Vigilânia Sanitária (ANVISA), depois enviarem as mesmas para os municípios para serem aplicadas nas pessoas e diminuir a disseminação desses vírus. Em adição, com o intuito de melhorar a qualidade de vida desses cidadãos para que voltem aos seus estilos de vida. Desse modo, a teoria constitucional estará próxima da prática efetiva.