Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil

Enviada em 11/11/2021

As variantes que surgiram do Sars-Cov-2 são mais perigosas que o vírus em si, pois são altamente transmissíveis e também podem escapar da imunidade adquirida (vacina ou imunidade natural). No Brasil, além de termos pessoas egocêntricas, temos um presidente pouco preocupado com a propagação do vírus. Vemos também que pessoas que foram vacinadas pensam que a pandemia já acabou.

Primariamente, em 2020, no início do surto da COVID, Jair Bolsonaro, presidente da República Brasileira, saiu às ruas sem máscara e pegou no colo uma das únicas  crianças que usava máscara e retirou-a do rosto da criança. Além disso, ele é o único presidente não vacinado, alegou que a COVID não passa de uma simples “gripezinha” e disse que quem não quisesse se vacinar, não precisava.

Outrossim, no final do ano de 2020, a vacina contra a COVID foi liberada para países como a China, Reino Unido e Estados Unidos, e, desde então, os vacinados pensam que não há mais pandemia, deixando de cumprir com as medidas básicas de prevenção, como o uso de máscaras em lugares públicos e o uso do álcool em gel.

Em conclusão, deve-se ter o apoio das entidades públicas, como o Centro de Saúde Público, escolas e o Governo do Estado, a fim de promover palestras e incentivos à população a se proteger ainda mais, mesmo que já tenha se vacinado. Ademais, a sociedade precisa se conscientizar que ainda há pessoas que estão perdendo sua vida por conta do vírus e suas variantes. Logo, o Brasil necessita de um líder que incentive a população a se vacinar e seguir as normas de prevenção da Organização Mundial da Saúde (OMS) para driblar os efeitos do avanço das variantes da COVID-19.