Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil

Enviada em 27/01/2022

Em fevereiro de 2020, o Brasil anunciava a primeira morte causada pelo Sars-CoV-2: em São Paulo, homem com 62 anos, hipertenso, diabético e, o que mais chamou atenção das autoridades: não havia viajado para o exterior nos últimos meses . Isso foi o suficiente para saber que o Sars-CoV-2 já estava no país. Foi uma questão de tempo o vírus se espalhar, em todos os estados, com sua alta taxa de mortalidade e transmissibilidade, o país entrou em “lock down” como uma forma de tentar controlar a propagação do Sars-CoV-2 em meados de março.

Como trata-se de um vírus cuja principal forma de transmissão são por via respiratória, foi divulgado como medida de proteção individual o uso da máscara para proteger as mucosas (bucal e nasal), bem como a lavagem das mãos com água e sabão ou o uso do álcool 70% gel ou líquido para a destruição das cepas virais bem como evitar que a mesma seja levada ao rosto contaminadas com o vírus. Com tempo, essas medidas tornaram-se obrigatórias para o convívio social, associadas também à proibição de aglomerações, locais que tenham pouca circulação de ar, como medida de proteção coletiva.

Enquanto isso, centros de pesquisas no mundo inteiro tentavam desenvolver uma vacina capaz de gerar taxas de proteção e resposta imunológica satisfatória nas populações. Em meados de 2021, alguns laboratórios já haviam conseguido tal feito e as imunizações aconteciam em diversos países. No Brasil, o plano nacional de vacinação, por questões políticas, começou tarde e ainda é bastante lento quando comparado a alguns países. A vacina é comprovadamente uma das melhores alternativas de proteção ao vírus, pois desenvolve respostas imunológicas, diminuem a taxa de transmissão do vírus e impedem o agravamento da doença, diminuindo as hospitalizações e as mortes entre os indivíduos com o esquema vacinal completo.

Para todas as alternativas citadas há indivíduos que questionam a eficácia dos métodos, retardando o processo de erradicação da doença.