Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil

Enviada em 04/02/2022

De acordo com o físico Isaac Newton: “Todo corpo permance parado a menas que seja aplicada uma força nele”. Em outras palavras, não há como controlar os efeitos das variantes da Covid-19 se ações não forem postas em prática. Neste sentido, existem dois efeitos que devem ser rapidamente minimizados no Brasil: o aumento da jornada de trabalho e a crise econômica.

Em primeira análise, as variantes têm causado a permanência do aumento da jornada de trabalho. Por exemplo, em 2021, 81,5% dos professores relataram um aumento do trabalho em função da Educação a Distância, segundo a Fundação Oswaldo Cruz. Mesmo que tal dado seja em relação a Covid-19 em geral, é bem claro notar que as suas variantes continuam a obrigar os professores a ensinarem remotamente. Portanto, alternativas precisam ser criadas para impedir que os professores continuem a se canserem com tanto trabalho.

Ainda, é bem claro que a econômia se encontra cada vez mais precária. De fato, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas, o Produto Interno Bruto brasileiro caiu 4,1% em 2020 e 10% em 2021. Entretanto, ao contrário do PIB, que continua a diminuir, o número de variantes e os seus efeitos continuam aumentando. No entanto, não é possível encontrar nenhuma campanha do Ministério da Econômia que tente diminuir tais danos no Brasil. Desta maneira, alternativas precisam definitivamente ser criadas.

Logo, após a exposição dos argumentos, conclui-se que alternativas devem ser geradas para combater os efeitos das variantes da Covid-19, como o aumento da jornada de trabalho e a crise econômica. Por isso, sugere-se um projeto organizado pelo Estado, responsável por cuidar do povo. Nele, por meio do dinheiro público, novos professores serão contratados com o objetivo de diminuir o excesso de trabalho dos professores já contratados.