Alternativas para driblar os efeitos do avanço das variantes da Covid-19 no Brasil

Enviada em 01/03/2022

É previsto na Constituição Federal de 1988 o direito à saúde como inerente a todos os cidadãos brasileiros. Contudo, com a chegada do virús da Covid-19, em que dezembro de 2019 foram datados os primeiros casos, esse direito se tornou impossível de ser assegurado universalmente, fato é que houve milhares de mortes desde então. Logo, com o aumento das variantes desse vírus, torna-se necessário que ajam políticas e hábitos acerca da higiene sanitária eficazes .

Em uma primeira análise, vale ressaltar que o medo foi o principal aliado para que a higiene sanitária fosse implementada de fato nos primeiros meses de pandemia. Ao passo que esse sentimento foi se esvaindo as pessoas foram se desleixando possibilitando que a contaminação fosse expandida, sobretudo com váriantes ainda mais complexas sendo frequentes no dia a dia. Desse modo, festas e manifestações em que há centenas, quiça, milhares de pessoas são comuns novamente, o que está errado, pois as infecções e mortes não cessaram, pelo contrário, quanto mais aglomeração mais contaminação, infelizmente.

Ademais, para que as ambições da coletividade funcione o sistema governamental tem de funcionar. Políticas severas voltadas para educação deve ser o principal meio para efetivar os hábitos sanitários, porque, de fato, é o que vem funcionando até o momento. Ainda, isso é comprovado através de dados do site G1, em que é informado que no início da pandemia (em que estavam sendo seguidos os protocolos) o número de casos estava diminuindo, enquanto que conforme a população deixava de lado essas regras a curva do gráfico voltava a aumentar. Portanto, nota-se que o povo é o principal responsável pelo aumento de infecção e isso deve ser freado informando ou multando, através de leis por exemplo.

Urge, por fim, fazer valer os hábitos acerca da higiene sanitária e enrigecer políticas públicas, pois é funcamental para que as variantes não encontre seu lugar perante à sociedade. Por conseguinte, o governo atráves de novas, leis, decretos ou resoluções deve punir financeiramente quando uma regra sanitária for descumprida, isso é necessário uma vez que o modo “tradicional”, informando apenas, não surte mais efeito. Dessa forma a população se habituará a maneiras cotidianas de se viver coletivamente.