Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais
Enviada em 08/08/2018
Durante o período da Grécia Antiga, o povo grego seguia o “Princípio da Desigualdade” de Aristóteles, o qual defendia a ideia de que devemos tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida da sua desigualdade e, por isso, os deficientes eram amparados e protegidos. Porém, atualmente, presenciamos inúmeros passando por problemas na sociedade por conta da falta de acessibilidade e oportunidades, o que dificulta o processo de inclusão social.
Segundo a Constituição Federal Brasileira de 1988, todo cidadão possui o direito de ir e vir. Porém, mesmo com esse direito assegurado, pessoas com necessidades especiais costumam passar por complicações para se deslocar pelas ruas de muitas cidades brasileiras. Isso nos mostra que apesar de serem inclusos na Constituição Federal, no cotidiano esses cidadãos são constantemente excluídos.
Ao mesmo tempo, além de sofrerem com as dificuldades de mobilidade, aqueles que possuem necessidades especiais precisam lidar com o fato de muitas instituições de ensino não estarem adaptadas para acolher-los. Segundo pesquisas, apenas 7% dessas pessoas possuem ensino superior completo, demonstrando a preocupação mínima com as oportunidades destas serem inclusas no ensino brasileiro.
Dessa forma, fica clara a necessidade de ação do Governo Federal, através do Ministério da Educação, estipular a obrigatoriedade de todas as instituições de ensino brasileiras, da educação primária à superior, possuírem métodos de ensino e acessibilidade, como a presença de instrutores, para todos os estudantes que possuam necessidades especiais, assim como um sistema rígido para assegurar o cumprimento da medida. Assim, esses cidadãos terão cada vez mais oportunidades de serem inclusos na sociedade, começando pelo ambiente educacional.