Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais
Enviada em 09/10/2018
A sociedade brasileira é regida pela Constituição Federal de 1988, na qual há uma lei de Inclusão a pessoas portadoras de deficiência, apesar de não ser bem aplicada na prática. Portanto, é necessário encontrar meios que viabilizem a inclusão dessas pessoas, para que haja, assim, uma diminuição no índice de descriminação.
No Brasil, há cerca de 45 milhões de deficientes, e sabe-se que o país não oferece estrutura necessária para deficientes físicos, pois, a maioria encontra dificuldades para se locomover. Como exemplo podem ser citados, calçadas esburacadas, não há rampas de acesso em todos os locais nem em todos os ônibus são acessíveis à portadores de deficiência física.
Ademais, a Libras e o Braille são as línguas oficiais de portadores de deficiência auditiva e visual, e a Língua Portuguesa é a segunda língua, que é de fundamental importância para o desenvolvimento dessas pessoas. Embora seja notório que o país não oferece muitas escolas inclusivas, que tinham professores capacitados para auxiliar na formação desses deficientes.
Sendo assim, é importante que as famílias incentivem e ajudem esses deficientes a ter um bom desenvolvimento cognitivo e uma maior interação social. Logo, é dever do Estado investir em graduação para que os professores estejam aptos a ensinar, e, em escolas inclusivas, com mais acessibilidades ao portador de deficiência, pois é como disse Nelson Mandela “A educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”.