Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais

Enviada em 30/10/2018

No Brasil hodierno, os desafios para a inclusão social de portadores de necessidades especiais representam um problema de caráter social e político que afeta continuamente a população, principalmente os que sofrem com essa questão. Isso deve-se, sobretudo, à certa despreocupação por parte governamental pelos deficientes e, também, ao despreparo da educação para auxiliar e incentivar esses indivíduos. Logo, fazem-se necessário medidas a fim de combater essa temática.

A princípio, na Roma Antiga, a sociedade era estimulada à sacrificar os recém-nascidos que apresentasse algum tipo de deficiência, muitas vezes, eram jogados ao mar ou à precipícios. No entanto, mesmo com o passar de milênios e por mudanças significativas de pensamentos, a sociedade atual ainda não oferece o suporte necessário para esses indivíduos. Desse modo, os problemas relacionados à ausência estrutural nas ruas para cegos, cadeirantes e demais deficientes e, bem como, à falta de adaptações no transporte público revelam uma sociedade deficiente no âmbito de inclusão.

Outrossim, evidencia-se a importância da educação contra essa temática, já que, assim como preconizado pelo pedagogo Paulo Freire, em sua Terceira Carta Pedagógica, “Se a educação sozinha, não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. No entanto, segundo o Pisa, Prova Internacional de Avaliação de Estudantes, a educação pública brasileira ainda não é de qualidade, e, carece de profissionais, estruturas  e materiais especiais para os portadores de deficiência.

Desse modo, torna-se claro a necessidade de combater os desafios em torno da inclusão social dos portadores de necessidades especiais. Para tanto, o Governo deve, por meio das secretarias municipais, utilizar parte da verba arrecadada pelos impostos para construir passeios e rampas nas calçadas a fim de facilitar o percurso dos deficientes e, também, tapar buracos e manter a manutenção frequente desses locais. Ademais, cabe às escolas, como meio educador, promoverem aulas e implantarem projetos educativos a fim de ensinar desde cedo a importância dos deficientes.