Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais

Enviada em 18/03/2019

Igualdade em sociedade

A Conotação pejorativa de incapaz dada desde os primórdios ao individuo com alguma deficiência, fica clara nos registros históricos de muitas das civilizações já existentes, onde se praticava o abandono ou morte da criança com limitações físicas, pois esta seria apenas um estorvo para a família. Embora, o Brasil já tenha evoluído em termos legais para defesa da pessoa portadora de deficiência, ainda existem muitos entraves para um conviver em igualdade na sua totalidade em sociedade.

Em primeira análise, a falta de entendimento e limitações diversas de uma época, até poderiam justificar atitudes exercidas a centenas de anos atrás com pessoas que tinham algum tipo de limitação física. Porém, no século atual é inadmissível o pensamento de que as limitações de um indivíduo o tornam incapaz. Provavelmente, conforme a necessidade individual do portador se fará necessário apenas alguns ajustes para sua participação em sociedade.

Em segundo momento, é necessária a reflexão do quanto o cidadão portador de uma limitação, precisa se adequar a rotina em sociedade, visto que esta não foi desenvolvida para sua condição física. Mesmo diante de leis que visem à igualdade em sociedade, nossas cidades não estão estruturadas para a pessoa com deficiência, exemplos são os meios de locomoção para cadeirantes que são limitados e em horários espaçados, e as escolas que não estão estruturadas fisicamente para recebê-los. De forma que fica evidenciada a existência do aporte legal, para estas pessoas, porem ainda não há o cumprimento dos fatores físicos primordiais para esse conviver.

Por fim, é imprescindível que não seja necessário o decorrer de mais algumas centenas de anos para estarmos com essas barreiras sociais físicas sanadas. Que os órgãos Estaduais competentes juntamente com as prefeituras busquem soluções para um conviver mais harmonioso e adequado a todos os indivíduos. Pois as dificuldades e desconforto de locomoção do portador de deficiência, o limitam para a sensação de sua participação igualitária no meio em que vivem. Não podendo deixar de indicar o importante papel da mídia que com a veiculação de propagandas, poderá auxiliar para a desmistificação de preconceitos pré-existentes na sociedade. A inclusão é para todos.