Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais
Enviada em 05/10/2019
Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto quando se observa as alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria é não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país.
É indubitável, que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. Tal fato, se reflete nos escassos governamentais nas leis que deveriam assegurar a inclusão social e cidadania das pessoas com deficiência, segundo pesquisa realizada pelo site vagas, 5% não tem um plano de carreira e 16% sofre com a falta de acessibilidade e devido à falta de administração e fiscalização pública por parte de algumas gestões, isso não é firmado.
Outrossim, destaca-se a falta de instrução como impulsionador do problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que, a educação não é uma prioridade na formação das pessoas com deficiência. Segundo o website, 61% é sem instrução e fundamental incompleto que, pode gerar no futuro dificuldades para conseguir um emprego.
É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Destarte, o Governo Federal deve impor leis mais severas, para evitar a desigualdade social. Como já dito pelo pedagogo Paulo Freire, a educação transforma as pessoas e essas mudam o mundo. Logo, o Ministério da Educação, deve investir em tecnologia para ampliar o conhecimento desse público especial e palestras ministradas por psicólogos, que discutam o papel social, a fim de que o tecido social se desprenda de certos tabus.