Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais
Enviada em 13/09/2019
Em tempos de guerra, Hitler usava o programa T4 ou Eutanásia para eliminar ‘’inúteis’’, assim como o mesmo definia os deficientes físicos e mentais. Atualmente, o IBGE aponta que 24% da população declaram alguma incapacidade, e o Censo 2010 mostra que 61% da pessoas com algum deficit que tenha 15 anos ou mais tem apenas o ensino fundamental incompleto e mais de 53% dessas 45 milhões de pessoas que tenham alguma deficiência em idade ativa, estão desocupados ou não são economicamente ativos. Esses números apontam a precária inclusão em um cotidiano típico, podendo grosseiramente dizer que impossibilita uma vida normal.
É impertinente elencar que a educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento, como dizia Sir Arthur Lewis, pensando em um futuro ativo, possibilitando um psicológico saudável, permitindo sonhos e realizações.
Simultaneamente, é preciso ter um mercado de trabalho preparado, inclusivo a diferentes tipos de deficiências, que permita satisfação, respeito e sensação de capacidade de realizar mutuas atividades. A fim de que tal ato seja normalizado e que diminua o dogma de incapacidade passado entra varias gerações preconceituosas.
Portanto, cabe ao MEC, a fiscalização da construção de rampas e corrimões e aliado a isso, a capacitação da equipe pedagógica em institutos de ensino para promoção da educação inclusiva. Salienta-se ainda que o ministério do trabalho estabeleça parcerias com os empresários, afim de incentiva-los a reservar mais vagas para deficientes, incluindo-os no mercado, permitindo que eles vivam verdadeiramente.