Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais
Enviada em 08/10/2020
De acordo com a Constituição Federal Brasileira de 1988, é garantido a igualdade, liberdade e auxílio para portadores de necessidades especiais no ambiente escolar. Mesmo com o decreto, muitas escolas e universidades não apresentam condições de assegurar que essas pessoas sejam devidamente incluídas. Além da falta de estrutura, o preconceito ainda é muito presente na sociedade brasileira quando trata-se de minorias.
Com isso, no artigo 208, é dado como dever do Estado garantir atendimento educacional especializado para portadores de necessidades especiais, zelando por essas pessoas até o fim de sua trajetória estudantil. São diversas as leis e artigos que garantem o direitos dos deficientes, mas na prática, pouco é feito, e a falta de fiscalização incentiva cada vez mais esse abandono por meios das instituições estudantis.
Entretanto, mesmo com os artigos e leis, a sociedade brasileira, devido à uma carga cultural preconceituosa, apresenta um enorme ao que diz respeito ao PDD (portador de deficiência, a falta de empatia e a marginalização são mais fatores que dificultam a inserção decente desse deficiente no meio social para que ele tenha uma vida digna, com todos os seus direitos garantidos.
Tendo em vista tal problemática, cabe ao Governo Federal, em parceria com o Ministério da Educação (órgão público responsável por zelar pela educação do povo brasileiro) devem, desde a infância, conscientizar as crianças e auxilia-las a se tornarem, no futuro, cidadãos que respeitem e ajudem a incluir socialmente o PDD.