Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais
Enviada em 07/10/2020
No início da Segunda Guerra, a Alemanha adotava o nazismo como ideologia política e, por conseguinte, executavam indivíduos que possuíam algum tipo de deficiência física ou mental sendo considerados inúteis e uma ameaça à pureza ariana. O ocorrido na Alemanha nazista evidencia o preconceito sofrido pelos deficientes físicos ao longo da história, o que ocasionou, hodiernamente, na difícil inserção social dessas pessoas.
A falta de infraestrutura nos centros urbanos, como calçadas irregulares, ausência de acessórios nos transportes públicos e nos banheiros, impede o direito de ir e vir desses cidadãos, expresso na Constituição Federal de 1998. O acesso às escolas e estabelecimentos comerciais é precário, deficientes auditivos, por exemplo, encontram dificuldades para se comunicarem, devido ao despreparo dos responsáveis dos locais e pela não obrigatoriedade intitulada pelos órgãos públicos.
Consoante o primeiro ministro inglês Clement Attlee, a democracia não é apenas lei da maioria, é a lei da maioria respeitando o direito das minorias, ou seja, não é permitido a exclusão dos direitos de uma minoria em uma sociedade democrática. Dessarte, cidadãos portadores de deficiências devem ter seus direitos assegurados para que possa haver uma maior inserção na sociedade.
A fim de que haja uma maior inclusão social de portadores de necessidades especiais, o governo deve investir em uma melhor infraestrutura nas cidades, empregando acessórios nos transportes públicos, calçadas, escolas e comércios, por meio 0,01% de sua renda mensal. Destarte, a população torna-se-ia inclusiva assegurando o direito de todas as pessoas.