Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais
Enviada em 23/10/2020
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, alega que os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. Análogo a isso, apesar de ter grande relevância a realidade dos portadores de necessidades especiais se vê longe desse contexto, visto que o preconceito e a falta de oportunidades para essas pessoas crescem a cada dia, além disso sofrem com as consequências como a falta de mobilidade urbana e entre outros desafios que precisam ser abordados para melhores condições de vida.
A priori, de acordo com os pensamentos do filósofo Aristóteles, a pior forma de desigualdade é tentar fazer duas coisas diferentes iguais. Nesse viés, as pessoas com necessidades especiais são vistas como diferentes e sem direitos pela sociedade, o que é uma intensa incultura e preconceito, pois essas pessoas tem total direito e liberdade como cidadão, porém com uma papel mais delicado uma vez que sua insuficiência física necessita de atribuições especiais.
Ademais, segundo a Instituição Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE) 24% dos brasileiros possuem algum tipo de deficiência e enfrentam dificuldades de insertação social. Outrossim, a inclusão no mercado de trabalho para essas pessoas é escasso, vagas que não se enquadram, sem plano de carreira e outros problemas como a acessibilidade na mobilidade urbana, como transportes, falta de guias rebaixadas e princialmente o preconceito que é um gatilho na inclusão social.
Logo, é de dever inestimável discutir acerca dos argumentos mencionados. Cabe ao Governo juntamente com o Estatuto da Pessoa com Deficiência, destinada assegurar e promover condições de igualdade, impelir apoio criando políticas públicas, realizando ações em melhorias na oportunidade de trabalho com vagas destinadas, e reforçar as formas de acessibilidade em locais comunitários, com intuito a inclusão desse público na sociedade e a igualdade de direitos como afirma a Declaração Universal dos Direitos Humanos.