Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais
Enviada em 26/10/2020
Um sistema deficiente
O artigo primeiro do instituto da pessoa com deficiência garante a todos os portadores de necessidades especiais a igualdade em qualquer circunstância. Todavia, na contemporaneidade a inclusão passou a ser um favor e não um direito, uma vez que os deficientes têm sua capacidade subestimada e suas possibilidades escassas na esfera social por motivos de intolerância.
Nesse contexto, é valido pontuar muitos deficientes tem seus direitos violados em diversos âmbitos como, no transporte, mercado de trabalho e em escolas e universidades. Segundo uma pesquisa, realizada pelo site do Governo Federal e o portal de notícias UOL, apenas 7% dos portadores de necessidades especiais possuem ensino superior completo. Assim, sem condições favoráveis e com baixo índice de desenvolvimento intelectual, a minoria que chega ao mercado de trabalho esbarra em dificuldades para conseguir emprego, pois é demasiadamente desvalorizada. Por conseguinte, a deficiência infelizmente, se tornou um obstáculo para o sucesso.
Da mesma forma, se faz imprescindível que haja condições dignas e justas a todos os brasileiros. De acordo com o naturalista Charles Darwin, apenas os mais fortes sobrevivem no ambiente que habitam. Não obstante a isso, no campo social há o preconceito com essa minoria que é julgada como inferior e incapaz de se adaptaram exigências do mercado de trabalho e de cumprir suas funções relacionadas as atividades profissionais. Dessa maneira, com uma visão equivocada e preconceituosa da sociedade sobre essas pessoas, isso contribui para o crescimento exponencial do preconceito e promovem uma desigualdade descontrolada.
Portanto, buscando interromper esse ciclo vicioso de falta de acessibilidade o Ministério da Cidadania, por meio de verbas governamentais, levar investimentos a toda as regiões do Brasil para garantir a educação de indivíduos especiais no corpo social, com a formação docentes especializados. Ademais o Ministério da Cidadania aliado ao Ministério do Trabalho, deve buscar parcerias com empresas para criação de programas de inclusão social no mercado e trabalho para promover as mesmas condições a todos, pois se o lugar não permitir a igualdade, esse lugar é deficiente.