Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais

Enviada em 19/11/2020

O Estatuto da Pessoa com Deficiência possui o papel de assegurar e promover, com igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoas com deficiência, o que garante sua inclusão social. Conquanto, a baixa acessibilidade fornecida a deficientes é responsável por inferiorizar seu nível acadêmico, uma vez que não há qualidade de ensino adequado para portadores de necessidades especiais. Além disso, uma grande parte dos deficientes brasileiros não conseguem empregos adequados, o que dificulta sua inclusão na sociedade brasileira.

Em primeiro lugar, é importante ressaltar que a defasagem no ensino para deficientes é a principal causa por inferiorizar seu nível acadêmico. De acordo com o site “Pessoa com Deficiência”, cerca de 61% dos deficientes brasileiros não recebem instruções e permanecem com ensino fundamental incompleto. Sendo assim, a maioria dos deficientes brasileiros ficam impossibilitados de alcançar o ensino superior, o que mantêm a baixa formação acadêmica dos portadores de necessidades especiais.

Cabe salientar, em segundo plano, que o baixo número de vagas de emprego adequadas para deficientes é responsável por dificultar sua profissionalização e sua inclusão social. Segundo o site “Folha”, 66% dos portadores de necessidades especiais relatam que não há vagas adequadas para eles no mercado de trabalho. Com isso, os deficientes brasileiros ficam impossibilitados de realizarem a inclusão social e, consequentemente, são caracterizados como inferiores pela sociedade, já que não exercem atividades remuneradas.

Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver os impasses na inclusão social dos portadores de necessidades especiais. Sendo assim, o Ministério da Cidadania deve promover a criação de um programa de inserção social e profissional para pessoas com necessidades especiais, o qual deve ser realizado por meio de escolas técnicas, como a Etec (Escola Técnica Estadual). Tal programa deve contar com aulas diversas sobre interações sociais, capacitação acadêmica e apresentação ao mercado de trabalho, como apresentar as profissões e maneiras para chegar até a profissão escolhida por cada pessoa. Espera-se, com essa medida, que as pessoas com necessidades especiais consigam alcançar melhores formações acadêmicas e profissionais, o que garante melhor qualidade de vida e maior inclusão social para as pessoas com necessidades especiais.