Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais

Enviada em 10/12/2020

Na série “Star Trek” é apresentado um futuro utópico onde as diferenças culturais e raciais foram abandonadas, corroborando para o fim do racismo e preconceito. Ademais, mostra-se que além disso, as pessoas com necessidades especiais foram inclusas e se tornaram membros ativos do corpo social. Todavia, fora da ficção, é notório que essa parcela da população sofre de insurgências e abandono Estatal para torna-las partes ativas da sociedade. Por isso, é necessário alternativas para incluir os portadores de necessidades especiais no ecossistema social do mundo moderno.

Em primeiro lugar, o Estado tem o papel primordial em cumprir o que está na Constituição, pois segundo a Lei nº 13.146 como governos governamentais tem o dever de garantir a inclusão, liberdade e promover igualdade às pessoas com deficiência. Indubitavelmente, não obstante, esse publico sofre com dificuldade em se locomover pelas grandes metrópoles, em se inserir no mercado de trabalho e serem considerados como membros da coletividade. Tal fato, vai ao encontro com os costumes dos espartanos da Grécia Antiga, no qual os saudáveis ​​considerados dignos de viver, enquanto os doentes eram descartados ou subjugados.

Em segundo lugar, o nível de escolaridade desse publico em especifico é inferior quando comparado a média nacional, de acordo com o site G1. Inquestionavelmente, a ausência de politicas públicas em escolas para a inclusão de crianças deficientes posterga em divergências sociais , resultando em desvalorização salaria, em condições de trabalho desumanos, em preconceito e falta de empatia. Em suma, de acordo com Nietzsche- o politico divide o ser humanos em duas classes- o que reflete o atual cenário: pessoas com deficiência e pessoas sem.

Destarte, alternativas devem ser concebidas a fim de evitar essa segregação. Para isso, o Ministério da Cidadania, juntamente com ONG’s e empresas, devem ela elaborar  diretrizes e protocolos, com o objetivo de promover a inclusão em espaços, tais como: empresas, shows, mobilidade urbana. Outrossim, o aprimoramento das leis, a fim de haver mais punições em casos de desrespeito, impunidade e maus tratos, mas também de criar mais vagas em empresas e escolas, nesse caso fazer parceria com com o Ministério da Educação com o intuito de oferecer professores e uma equipe multidisciplinar capazes de atender a demanda vigente. Além disso, oferecer palestras educativas para a educação infantil a fim de conscientizar as futuras gerações, evitando a frase de Nietzsche. Só assim poderá chegar-se a um futuro parecido com o de “Star Trek”, com todos os membros ativos no corpo social.