Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais

Enviada em 15/12/2020

Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More , é retratada uma sociedade perfeita , na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade comtemporânea é o oposto do que o autor prega , uma vez que abordar as alternativas para incluir socialmente os portadores de necessidades especiais apresenta barreiras , as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto da má infraestrutura escolar quanto do estereótipo. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos a fim do pleno funcionamento da sociedade.

Em primeiro lugar, é fulcral pontuar que a ineficácia das medidas destinadas à inclusão de pessoas que precisam de uma atenção maior deriva da baixa atuação dos setores governamentais , no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências . Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantr o bem-estar da população , entretanto , isso não ocorre no Brasil. Por causa da falta de atuação do Governo Federal , no que permite a existência de barreiras arquitetônicas nos âmbitos escolares, ausência de rampas , maçanetas acessíveis , lavatório e sanitário especializados, professores habilitados e de aulas inclusivas. Por consequência, essa supressão contribui para o aumento do índice de inclusão escolar e da descrepância social , em virtude da falta de docentes especializados em pedagogia do menor que exije um maior diponibilidade a didática e atenção . Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal urgentemente.

Em segundo lugar, é imperativo ressaltar os termos pré-determinadores do social como promotores do óbice . De acordo a teoria do inconsciente coletivo de Carl Jung : “A população apresenta pensamentos e atitudes com falta de consciência , devido á herança cultural passada de geração a geração . Outrossim, o que se observa na contemporâneidade não é diferente , pois inúmeros tupiniquins praticam bullying , menoprezam e humilham indivíduos com limitações físicas , sensoriais , mentais ou intelectuais. Tudo isso retarda a resolução do empecilho , já que os rótulos que pré-determinam o contexto possibilita a perpetuação desse quadro deletério.

Dessarte, com o intuito de atenuar o problema , é preciso que o Ministério da Educação e da Cultural entre em parceria com as instituições acadêmicas com o propósito de realizar palestras sobre : " A imprescindibilidade de acatar o outro e a de romper com ideologias que degradam os grupos com dificuldade locomotivas, comunicativas e de aprendizagem” . Adicionalmente, essas apresentações devem ser licenciadas por psicólogos e psicopedagogos. Bem como, é obrigação desses órgãos de ensino distribuir folhetos acerca da temática e realizar debates dentro das salas de aulas.