Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais

Enviada em 27/12/2020

No documentário “Meu nome é Daniel”, é mostrado a trajetória de um menino que procura compreender o porquê as pessoas discriminam sua deficiência física. Diante esse panorama, é evidente que a realidade apresentada pela obra pode ser relacionada ao mundo contemporâneo. Logo, a maioria dos locais públicos não possuem acesso para portadores de necessidades especiais, bem como a falta de calçadas acessíveis.

Em primeiro plano, é importante destacar a inacessibilidade dos espaços culturais. A respeito disso, de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência(CDPD), retificada em 2009, diz: “Qualquer pessoa com deficiência deve ter as mesmas condições do acesso a serviços como qualquer pessoa”. Sob essa perspectiva, a união das pessoas com incapacidades físicas é importante para a amonização da população, aumentando assim, o princípio de isonomia a todos. Então, a escassez dessa ação colabora para a segregação dos cidadãos.

Por conseguinte, a ausência de calçadas acessíveis para cegos. Análogo a isso, a Associação de Assistência à Criança Deficiente(AACD), com o apoio das prefeituras, promoveram a reforma de calçadas tatéis e rampas para o fluxo de pedestres especiais. Nesse sentido, com o apoio ao deficiente visual, é importante para as mobilizações da democracia, mas elas apenas são válidos se a população respeitar e acolher os deficientes, pois sem a valorização dos cegos nada é conquistado. Dessa forma, democratizando o acesso para todos os indivíduos nos âmbitos sociais.

Portanto, é mister que o Ministério da Cidadania, em parceria com o Ministério da Cultura, construa mais calçadas táteis e rampas, por meio da ultilização de verbos governamentais, a fim de atender a população que não consegue se locomover sem infraestruturas apropriadas, fazendo com que, assim, o acesso aos ambientes públicos sejam democratizados e essa parcela da população seja observada com mais frequência. Somente assim, a realidade apresentada pelo documentário “Meu nome é Daniel” irar diminuir gradativamente.