Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais
Enviada em 18/01/2021
Segundo a Constituição Federal brasileira, promulgada em 1988, prevê a todos os cidadãos o direito ao bem-estar social e à educação de qualidade. No Brasil, entretanto, os direitos de doenças mentais são precarizados, como os autistas, que, além de sofrerem com a falta de preparo das instituições de ensino, também são marginalizados pelo Estado. Nesse sentido, convém analisar as principais causas, consequências e possíveis medidas para reduzir essa problemática.
Diante de tal cenário, recentemente, foi lançada a série “Atypical”, que retrata os desafios enfrentados por um jovem autista nos Estados Unidos da América. No Brasil, no entanto, além de conviver com os obstáculos que um portador dessa doença sofre, como dificuldade de se socializar e incompreensão de ironia, também encaram a dificuldade na escola, que, muitas vezes, não possuem professores capacitados para formação educacional adequada desses jovens, visto que há escassez de cursos de capacitação relacionados ao assunto.
Além disso, de acordo com o portal de notícias G1, não há contabilização da quantidade de portadores de autismo existem no país. Esse fato, infelizmente, evidencia o despreparo do Estado em incluir essa parcela da população plenamente na sociedade, pois é inviável que haja preparo suficiente das escolas para formação educacional desses indivíduos, ocorrência que viola a Constituição Federal.
Dessa forma, o governo federal, por meio do Ministério da Educação, deve criar cursos de capacitação aos professores em instituições publicas, acerca da forma correta de auxiliar na formação desses indivíduos, como o Senac e universidades federais, além de incluir esses cidadãos em pesquisas do IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a taxa de pessoas diagnosticadas como portadores de autismo existentes no país. Essas medidas, consequentemente, possibilitaria cumprir o direito à educação de qualidade, conforme garante a Constituição Federal e promover uma inclusão social dos autistas na sociedade brasileira.