Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais

Enviada em 19/04/2021

No Oriente Médio, na época de Jesus Cristo, não eram incluídas nas atividades cotidianas pessoas com algum tipo de necessidade especial, sendo elas, assim, relegadas às margens da sociedade. Não obstante, hodiernamente, no contexto brasileiro, há medidas em vigor com o fito de incluí-las. Nesse contexto, a educação plural e cidadã no Brasil vem se destacando nas últimas décadas, no entanto, ainda há impasses a serem resolvidos. Logo, é pertinente a análise do aspecto legislativo, midiático e educacional do tema, de modo a avaliar seus bônus e ônus.

Em primeiro plano, é fato que, nas últimas décadas, houve medidas para inclusão dos deficientes no Brasil. A sabre: a lei que, em 2015, aprovado pelo STF, proibiu instituições de ensino de segregarem alunos com deficiência, além de coibir escolas particulares de recusar matrículas e cobrar valores a mais sobre as menssalidades de pessoas portadoras de cuidados especiais. Como consequência, houve um amento do número de matrículas nas instituições de ensino por parte dessa minoria. Outro bônus, nesse viés, foi a produção de mais séries e filmes que têm como seus personagens principais pessoas deficientes, como o programa televisivo “Atípico”, ou então “O bom doutor”, os quais retratam a vida de autistas. Logo, não só nas instituições formais de ensino,

Apesar do quadro supracitado, ainda há nuances que permeiam a população não que tange à adesão dessa minoria na vida comum, principalmente em relação ao fortalecimento da educação plural e cidadã. Nesse ínterim, falta condições referentes aos recursos físicos e humanos nas escolas, faculdades e cursos em geral, o que é uma barreira para o portador de necessidade especiais. De acordo com a pesquisa da Fundação Lemann, “Conselho de Classe - A visão dos professores sobre a educação no Brasil”, notou-se que muitos professores da AEE (Atendimento Educacional Especializado), apesar do título, não são graduados em educação especial, somente em pedagogia ou psicopedagogia. Logo, não há uma capacitação das redes de ensino para enfrentar os desfios inerentes à inclusão educacional dos portadores de deficiência.

Dessarte, para que haja uma reconfiguração dessa conjuntura social, convém que o poder público, por meio do poder Executivo, fiscalizar a execução das excelentes leis acerca da inserção social dos deficientes que já existem e estão em vigor, de modo a proporcioná-los uma inclusão completa. Ademais, cabe a sociedade desenvolver uma virtude intrapessoal da empatia para com essa minoria, de forma a consumir mais conteúdo que abordam a temática. Finalmente, mitigar-se-a falta de acolhimento para com essa parcela da sociedade, como Jesus Cristo é conhecido por pregar.