Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais
Enviada em 05/09/2021
Segundo a Constituição de 1988, os cidadãos brasileiros com deficiência são iguais a todos os outros indivíduos do Brasil, o que não se concretiza na realidade. Nesse cenário, pode-se perceber que a falta de inclusão do portador de necessidades especiais no Brasil é inaceitável, pois desvaloriza o indivíduo e resulta no preconceito. Enfim, afirma-se que ações urgentes devem ser realizadas para solucionar as questões citadas.
Primeiramente, afirma-se que a exclusão do cidadão brasileiro com deficiência causa a desvalorização do esforço dessas pessoas. Nesse viés, é viável citar a paralimpíada de Tóquio, na qual o Brasil conquistou a centésima medalha de ouro, o que só foi possível pela dedicação dos atletas paralímpicos. Assim, percebe-se que, mesmo com os incansáveis esforços desses competidores, a irresponsabilidade estatal brasileira ainda perpetua a desvalorização dos deficientes físicos, resultando na irremediável danificação da saúde mental desses indivíduos.
Além disso, vale destacar o preconceito como consequência direta da falta de inclusão dos portadores de necessidades especiais. Nesse sentido, cita-se a animação “A Voz do Silêncio”, na qual a protagonista sofre discriminações no colégio por ser surda, que, ao ser relacionada ao tema, reflete a realidade de diversos estudantes deficientes no Brasil. Logo, nota-se que esse quadro é inaceitável, pois, ao permitir a manutenção do preconceito, o Estado brasileiro negligencia o bem-estar social, prejudicando irremediavelmente a qualidade de vida dessas pessoas.
Portanto, é possível perceber que, para solucionar as problemáticas desenvolvidas, medidas imediatas devem ser tomadas. Dessa forma, o governo federal deve garantir a inclusão dos deficientes brasileiros, o que ocorrerá por meio da capacitação dos professores — o que irá permitir uma educação de qualidade para esse grupo — e de palestras conscientizadoras, resultando no fim da desvalorização, do preconceito e, finalmente, no fim da exclusão de cidadãos com deficiência no Brasil.