Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais
Enviada em 22/09/2021
Segundo a tese de Thomas Sowell, economista estadunidense, quando a sociedade quer o impossível, apenas os políticos mentirosos podem satisfazê-la. A tese defendida por esse americano pode apontar para o fato de que os governantes não irão acabar com a exclusão social dos portadores de necessidades especiais, porque é utópico, para Sowell, alegar que tem como extinguir esse entrave social. Outrossim, esses representantes do povo não apresentam medidas eficazes para minimizar a problemática. Destarte, é necessário discutir uma das principais causas dessa mazela social, que é: a omissão do Poder Público.
Em primeiro plano, de acordo com a Constituição Federal de 1988 brasileira, que em tese prevê ser democrática, todos cidadãos brasileiros devem ter acesso a cidadania justa e eficiente. Entretanto, segundo Mário Sérgio Cortella, filósofo brasileiro, muitos deficientes não são ofertados com medidas que atendam-os, como por exemplo o fato de muitas calçadas, segundo ele, não possuírem rampas de acesso à essa parcela populacional, fato que leva a uma marginalização desses indivíduos. Logo, é revoltante, que em um país com uma alta taxa tributária, não invista em faixas de circulação da rua para seres humanos que tenham necessidades especiais.
Em segundo plano, a UNESCO, órgão da ONU que defende educação e cultura de qualidade para os países, prevê um sistemas educacional eficiente aos governos membros dessa instituição supra-nacional, como o Brasil. Entretanto, muitas escolas brasileiras não realizam, por meio de plantões, o debate acerca do quão importante é a pessoa ajudar cadeirantes, como por exemplo na estação rodoviária, auxiliando esse deficiente físico a entrar no ônibus. Então, é inadmissível, que em uma país signatário dos Direitos Humanos, não realize medidas eficazes para melhor incluir essa gama populacional aos meandros cotidianos.
Portanto, o Ministério da educação, importante órgão do governo, deve, por meio de verbas governamentais, investir em palestras, nas escolas, como a presença de médicos, para que os estudantes possam ajudar os portadores de necessidades especiais na sociedade. Espera-se, com essa medida, que muitos cadeirantes sejam inseridos socialmente .