Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais
Enviada em 19/06/2023
No portal de notícias da Rede Globo, G1, relatam os desafios na trajetória escolar e carreira acadêmica: " precisamos de mais garantias de acessibilidade". Nessa perspectiva configuram as maiores problemáticas desse pretensioso cenário, a falta de profissionais capacitados nas instituição públicas e privadas, e o pouco conhecimento sobre a identidade, cultura surda e a língua de sinais.
Segundo o professor e tradutor de libras Gabriel Sampaio a principal dificuldade enfrentada pela comunidade surda, é a falta de profissionais qualificados nas organizações estudantis e mídias. Evidencia-se a escassez de verbas, consequentemente, causando cada vez mais privação de formação educacional de pessoas surdas no Brasil. Prova disso, a TV Inês, única emissora do Brasil voltada para os surdos, saiu do ar por falta de verbas. A emissora era transmitida por satélite pelas redes sociais.
Ademais, cabe ressaltar o pouco conhecimento sobre a identidade, a cultura surda e a língua de sinais. Sendo assim, torna-se urgente trazer destaque para esta pauta, pois ela é fundamental para o acolhimento e a participação social dos surdos, tanto entre si quanto com o restante da população. Isso também é essencial para que os indivíduos não se sintam distantes da sociedade e para conseguirem se encontrar em um grupo, sentindo mais representados.
Por isso, é imprescritível que o MEC (Ministério da Educação) juntamente com os meios sociais e televisores, visando inclusão e acessibilidade, use por meio de maior repasse de verbas de modo que traga mais profissionais formados com intuito de criar um espaço onde a comunidade surda tenha mais visibilidade. Moldando assim, uma população crítica e mais consciente, trazendo voz para o mundo silencioso.