Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais
Enviada em 31/10/2017
Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 650 milhões de pessoas em todo o planeta, possuem algum tipo de deficiência. No entanto, a acessibilidade no Brasil ainda é escassa nos mais diversos âmbitos. Logo, cabe às políticas brasileiras uma reformulação de alternativas para inclusão social das pessoas com necessidades especiais, para assegurar e promover tanto os direitos básicos para uma melhor qualidade de vida no meio social quanto melhores condições do exercício à cidadania.
Primeiramente, nota-se a presença de dificuldades básicas que os deficientes encontram pela rotina brasileira que os impedem de ir e vir com independência e segurança. Exemplo disso, é a falta de equipamentos sonoros nos semáforos aos deficientes visuais ou até mesmo a irregularidade das calçadas para os deficientes físicos. Detalhes como esses influenciam na qualidade de vida e autonomia para os indivíduos que tem por direito que sua inclusão seja efetiva na sociedade.
Outro aspecto relevante é que a falta de empatia - poder de se colocar no lugar do outro- , por vezes, exclui os portadores de deficiências de funções e direitos garantidos por lei. A falta de elevadores nas escolas ou a priorização do ensino de libras demonstra que o deficiente se encontra longe da inclusão e integração nos aspectos sociais capazes de o considerar como cidadão participante.
Desse modo, é importante reestruturar alternativas efetivas para inclusão de pessoas com necessidades especiais. É necessário que o Departamento de Trânsito invista em aparelhos sonoros nos semáforos, juntamente com calçadas niveladas e com espaço devido para os cadeirantes para que possam se locomover com segurança. Em consonância, é importante que o Ministério da Educação, imponha como prioridade a instalação de elevadores e o ensino de libras para que , de fato ,exista a integração de todos. Logo, em curto prazo, a acessibilidade estará efetiva em todos os âmbitos sociais demonstrando a importância que cada cidadão tem e exerce por direito.