Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais

Enviada em 31/10/2017

Desde as civilizações medievais até os povos indígenas mais recentes, existe uma cultura de exclusão das pessoas que nasciam com algum tipo de deficiência, fato que, felizmente, tem sido revertido hodiernamente. No entanto, ainda é preocupante a falta de acessibilidade e maior socialização do deficiente no Brasil.

Em primeira análise, é preciso identificar os maiores obstáculos do deficiente, seja ele físico, mental ou visual. Ambientes que não estão adaptados são a causa de uma maior dificuldade para locomoção de uma pessoa com deficiência que tem sua vida limitada, ferindo, portanto, o Princípio da Isonomia, assegurado pelo artigo 5 da Constituição Federal, que deveria garantir igualdade a todos perante a lei.

Além disso, há a histórica descriminação e preconceito do portadores de necessidades especiais para sua inclusão na sociedade, como na Roma antiga, onde as crianças eram sacrificadas. Apesar de estarmos avançando para proporcionar uma vida digna aos deficientes, ainda existe o impasse da educação ideal que não se torna possível seja pelas dificuldades no acesso ou o descaso às suas necessidades que diz respeito a sua condição.

Fica claro, portanto, a importância de uma real efetivação de políticas públicas capazes de promover a inclusão social, com construções de acesso para deficientes para minimizar suas limitações. Ademais, já que a escola tem um papel primordial na educação das crianças, deve haver aulas específicas de como lidar com as diferença com maneiras de inclusão para prática de esportes adaptados a cada necessidade. Por fim, a mídia pode ajudar na exposição dessa minoria, que mesmo com dificuldades pode ter uma vida digna de acordo com a nossa Constituição Federal, se colocarmos em prática o combate ao preconceito e a cobrança por acessibilidade. Só assim, poderemos viver em uma sociedade justa e igualitária.