Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais

Enviada em 31/10/2017

A partir do século XXI, a invisibilidade das pessoas com necessidades especiais, têm sido um dos principais problemas que o Brasil deve administrar, combater e resolver. Prova disso são as constantes e diferentes formas de preconceitos, que são vividas por 45 milhões de pessoas portadoras de alguma deficiência. Diante disso, o governo deve exercer o papel de protagonista para desenvolver e implementar múltiplas soluções, para que ocorram mudanças na sociedade.

No contexto social brasileiro, há alguns fenômenos que contribuem para o aumento da temática; um deles é a falta de acessibilidade, visto que existem inúmeros lugares privados e públicos que não fornecem a devida infraestrutura adequada para um portador de necessidade especial.  Outro fator é falta de conscientização, uma vez que de acordo com a Constituição Federal, Artigo 5 : “Todos são iguais perante a lei.” Fato que na prática não vem se concretizando, mostrando o quão preconceituosa se tornou a sociedade.

Consequentemente, há um grande índice de exclusão social, dado que somente no ano de 2015, foi aprovada a Lei Brasileira de Inclusão, onde assegura as condições de igualdade e promove o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais de um portador de necessidade especial. Entretanto, é visível a inferiorização social que sofre um indivíduo especial. Outrossim, há um visível comprometimento profissional perante esses indivíduos, uma vez que encontra muita dificuldade em achar ambientes que se adequem à pessoas com necessidades especiais.

Evidencia-se, portanto, que uma solução para a invisibilidade de pessoas com necessidades especiais, deve ser a criação de um projeto no qual dê uma premiação a estabelecimentos que se enquadrem nos critérios de acessibilidade, influenciando assim, outros lugares privados. Ademais, é cabível enfatizar os dizeres de Pitágoras: “Educai as crianças, para que não seja necessário castigar as crianças.” Posto isso, cabe ao Ministério da Educação a criação de um programa escolar que vise à conscientização.