Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais

Enviada em 01/11/2017

O deficiente físico é visto na sociedade brasileira como um indivíduo limitado, incapacitado para realizar as mesmas atividades de uma pessoa comum. Contudo, percebe-se que o problema não é a incapacidade, mas sim a exclusão dada ao mesmo, por falta de preparo da sociedade para receber esse indivíduo que, somente necessita de algumas condições especiais, podendo desenvolver-se, assim, em alguns aspectos, melhor que pessoas comuns.

Certamente, em uma sociedade sem preparação para inclusão do deficiente físico, também se encontra despreparada no âmbito educacional. É o que comprova dados do site pessoacomdeficiência.gov, que apontam  que 61% do total dos portadores não terem nem mesmo o fundamental completo. Logo, isso mostra que, apesar da lei já existente que garante os direitos a educação  e acessibilidade a esse cidadão, ela pouco é colocada em prática, havendo, muitas vezes, professores despreparados e escolas sem acessibilidade.

Ademais, percebe-se que, o preconceito cujo ao portador de deficiência é designado – como qualquer outro preconceito – é fruto da ignorância da população pois, raramente, uma deficiência incapacitará totalmente um indivíduo. Como exemplo disso pode-se citar Stephen Hawkins, que possui tetraplegia devido à uma doença rara no entanto, isso não o impediu de se tornar um grande cientista. Porém, como dizia Albert Einstein, é mais fácil desintegrar um átomo, do que um preconceito, nesse sentido, é preciso esforços para desconstruir esse conceito enraizado.

Urge, portanto, desconstruir o preconceito atrelado à sociedade e prepará-la para inclusão desses cidadãos. É necessário que a mídia através de novelas e propagandas, desfaça  a imagem do portador de deficiência como ser incapacitado e que, o Ministério da Educação, mande recursos para preparação da acessibilidade nas escolas e para capacitação dos professores, através de cursos, a fim de que a inclusão social ocorra de fato no Brasil.