Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais

Enviada em 01/11/2017

Ainda que medidas já tenham sido tomadas para incluir pessoas com necessidades especiais na sociedade, elas se mostram ineficientes e desrespeitadas por civis e pelo governo. Permitir que PNE’s - pessoas com necessidades especiais- tenham acesso aos instrumentos necessários para conseguirem conviver como cidadãos comuns é importante e necessário atualmente no Brasil.

Por adversidades intra-uterinas ou após o nascimento, muitas pessoas carregam consigo deficiências para o resto da vida que exigem uma mudança abrupta de vida. Para auxiliar e facilitar essa mudança o governo deve fornecer os mecanismos básicos para isso, como de locomoção e comunicação. Esse último principalmente , pois os que mais sofrem para ser incluídos na sociedade são as pessoas com dificuldades visuais que sofrem com a carência de textos em Braille e locais para se locomover que tenham as instruções essenciais para uma pessoa cega.

Além de promover medidas físicas de inclusão é preciso também formar os mais infantes a respeitar e auxiliar PNE’s, de forma que reduza a discriminação e facilite a integração dessas pessoas na sociedade. Realizar isso já na infância é de suma importância, já que a ciência comprova a maior facilidade em absorver e reproduzir conhecimento nessa etapa da vida. Uma vez que crianças conscientes são formadas dessa maneira,os futuros governante, donos de empresas e escolas também agirão de forma semelhante, e o problema da inclusão em questão será cada vez mais difícil de ser observado.

A inclusão de pessoas com necessidades especiais no Brasil é necessário e exigido pela constituição. Cabe, assim, ao governo juntamente com o ministério do trabalho e da educação elaborar e aplicar medidas que exerçam e permitam a igualdade para PNE’s por meio da aplicação de leis que exijam de empresas e escolas o fornecimento de mecanismos de locomoção e comunicação para essas pessoas-como rampas e elevadores para cadeirantes e comandos de voz, e por escrito,em Braille, para deficientes visuais -somado à educação ética melhorada nas escolas, partindo de conteúdos teóricos à aplicação prática, a fim de que o problema de inclusão de pessoas com necessidades especiais seja resolvido de forma gradativa.