Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais

Enviada em 10/06/2024

No Brasil, há um enorme descaso quando se trata de feitos ao favor dos deficientes. Conforme o pesquisa feita pelo site Pessoas com Deficiência, 75% da população com dificuldades físicas ou intelectuais não tiveram condições de terminar o Ensino Médio. Ainda assim, a resolução posta que ganha atenção nas mídias deixa a quetão em aberto.

Em primeira instância, de acordo com Hegel e sua teoria, considera-se uma tese (situação posta), antítese (ideia contraria a situação posta), síntese (conclusão da situação). A falta de atenção com o público que possui dificuldades em viver em conjunto com a sociedade no geral (tese). As pessoas tentam resolver essa tese com soluções vagas e simplistas, como exmplo, os pronomes neutros, que é uma ideia falsa de inclusão (síntese). O problema não é resolvido e as pessoas que possuem necessidades especiais continuam sendo excluídas (antítese).

Nesse sentido, figuras públicas como a Demi Lovato e outras, apoiam e fazem o uso do pronome neutro, alegando ser uma nova forma de inclusão social, mas não se ouve vindo das mesmas, uma idéia para melhor inclusão voltada aos deficientes físicos nas escolas, por exemplo. Por tanto, é necessário a tomada de atitudes cabíveis para que a inclusão seja realmente posta em prática na sociedade, visando que o uso dos pronomes neutros não atendem todos os cidadões, que devem ter acesso aos direitos básicos do ser humano, como os estudos.

Diante do exposto, é dever do governo multar os locais com pouca ou nenhuma acessibilidade para deficientes, isto por meio fiscalização nos locais, com o intuito de melhorar a acesso deles para todos que portam dificuldades. Ademais, outro meio de melhorar a acessibilidade seriam a execução de palestras que informem a importância de lugares acessíveis para deficientes, que a própria sociedade poderia colocar em prática.