Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais

Enviada em 19/02/2018

No antigo Império Romano, o Imperador Cláudio, por ser surdo e manco, sofria, em demasia, opressão e dúvidas quanto ao seu poder para governar. Nesse viés, a sociedade hodierna nutri, ainda, os pensamentos romanos que, por apresentar necessidades especiais, o indivíduo é excluído socialmente- ditando sequelas psicossociais a serem combatidas.

É indubitável que pessoas deficientes são questionadas quanto a sua capacidade intelectual. A solidificação de um ideário em que esses indivíduos são incapazes de realizar trabalhos condiz com a ideia durkheimiana de que os fatos sociais são valores que transcendem ao ser. Desta maneira, pela baixa valorização de seu trabalho, os portadores de necessidades especiais distanciam-se das universidades e mercado de trabalho para não sofrerem preconceito. Portanto, para a inclusão e aceitação se tornar possível, urge a necessidade de fragmentar as ideias preconceituosas.

Sob outro ângulo, há falhas no oferecimento de suportes para deficientes que os excluem socialmente. Fatores como a falta de  oferecimento de professores especiais e cuidadores para suprir toda a demanda de necessitados; bem como inexistência de estruturas suficientes para fornecer sua locomoção, como rampas de acesso, corrimãos ou banheiros e bebedouros especiais. Sendo assim, para incluí-los no meio social,é necessário que tais aspectos sejam corrigidos.

Destarte, para melhorar a inclusão social de portadores de necessidade física, é primordial a atuação do Estado. Logo, medidas como o oferecimento de estruturas para a locomoção, como também da edução especial, devem ser realizadas pelo Governo Estadual, por meio de  liberação de verba e projetos sociais. Ademais, é mister que haja a liquefação de pensamentos preconceituosos que podem ser realizados por ONGs em conjunto com mídias influentes, realizando campanhas publicitárias mostrando deficientes que obtiveram sucesso como Stephen Hawking e Beethoven.