Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais

Enviada em 03/03/2018

Na Grécia Antiga especificamente em Atenas,os deficientes eram amparados e protegidos pelos Atenienses,estes influenciados por Aristóteles ao ressaltar a premissa de que “Tratar os desiguais de maneira igual constitui-se em injustiça”.Assim a busca por total inclusão não é uma realidade na sociedade padrão vigente no Brasil, por setores preconceituosos limitarem os portadores de perdas físicas,psicológicas e anatômicas a não desfrutarem dos direitos que possibilitam convivência com acessibilidade e cidadania plena.

De fato ao ser sancionada a LBI (lei Brasileira de inclusão),cuja proporciona calçadas acessíveis e uso do FGTS para a compra de cadeiras de rodas,houve a redução em exclusão de pessoas com necessidades especiais,porém é no mínimo precipitado afirmar o fim da preocupação com a participação dessas.Haja vista, ambientes sociais como restaurantes e praças ausentes de sinalização e presença de pisos derrapantes irregulares acumulando a ocorrência de acidentes.Além do mercado de trabalho egoísta por colocar o custo financeiro em adaptações á frente da análise do perfil em exercer funções no trabalho,reflexo este indicado em empresas com a maioria de funcionários sem deficiência.

Dessa forma,tomando como base a falta de iniciativa para estruturar as instituições públicas e privadas do país de forma que as mesmas não ocasionem situações constrangedoras para ambos os cidadãos, deixa a desejar pela falta de sensibilidade individual,principal causador da discriminação omissiva,caracterizada por deixar de agir com boa conduta e levar vantagem ao fazer uso de recursos concedidos aos deficientes,por exemplo, usar vagas de estacionamento de cadeirantes sem possuir qualquer carência.

Ao analisar os fatos mencionados,é imprescindível que a tríade escola,estado e sociedade atuem em conjunto.Levando em consideração a necessidade de o poder legislativo promover mudanças no planejamento educacional  de modo a inserir profissionais capacitados a auxiliar seja qual for a deficiência do aluno  e atividades recreativas inclusivas para que  os mesmos vão além dos seus limites..Além da escola em si exercitar a reflexão e tolerância amputando assim condutas preconceituosas.Por fim, a conscientização de todos os indivíduos através do respeito ao próximo e que a perda de algo físico ou não, não remete a perda de valores.