Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais
Enviada em 09/04/2018
Durante a 2° Guerra Mundial, com o Revanchismo Alemão, Adolf Hitler, líder nazista, acredita na preservação de uma raça “perfeita”, exterminando vários judeus e aqueles com pouca mobilidade, tais como os deficientes. Outrossim, na contemporaneidade, muitos deficientes enfrentam dificuldades no dia a dia. Todavia, faz-se necessário, que esse impasse seja sanado.
Parafraseando, o cientista Albert Einstein, é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito. Ainda, que haja, leis impostas para a boa qualidade de vida dos deficientes, os mesmos lutam diariamente contra o preconceito. A falta de emprego é um dos principais problemas. Pois, os deficientes físicos, carregam papel de inutilidade, como sendo fracos e, impossibilitados de realizarem tarefas. Dificultando, assim, a inclusão no meio social.
É importante dizer, ainda, que o número de profissionais com deficiência aumentou simbolicamente no mercado de trabalho. Mas, em muitas vezes, os deficientes são contratados por obrigação e não por serem capacitados. Desta forma, as empresas só contratam devido a Lei de Cotas, que busca assegurar e, garantir os direitos de igualdade por pessoa com insuficiência física.
Portanto, diante do exposto, é preciso que mudanças sejam feitas para erradicar esse problema. Primeiramente, o Governo têm obrigação de garantir os direitos, ao qual é destinado para os deficientes. Por exemplo, com mais acessibilidade à saúde, um bom emprego, salários mais altos, lazer e, entretenimento. Elaborando políticas públicas efetivas visando o bem-estar dessas pessoas incapacitadas. As escolas e mídias, também têm o papel de difundir no meio social a importância do respeito que se deve ter com o deficiente físico. E, como diria Martin Luther King, toda hora é hora de fazer o que é certo.