Alternativas para inclusão social dos portadores de necessidades especiais
Enviada em 13/04/2018
No Brasil, em pleno século XXI, a deficiência ainda é um assunto tabu, considerando-se que a sociedade tem o prejulgamento de limitação do indivíduo como sinônimo de invalidez, o que infelizmente gera o processo de exclusão social. Entretanto tal situação não é surpreendente, tendo em vista que problemas como esse, mesmo estando sempre presente na humanidade, nunca foram pautados, seja na esfera social ou política, de forma a buscar por soluções permanentes.
De início, é necessário destacar a própria sociedade que vive em uma modernidade líquida, na qual tem como principais características o individualismo e a falta de interesse por mudanças positivas nas interações sociais, ou seja, não existe uma busca por criações de intervenções que venha melhorar ou até mesmo extinguir ruídos que impedem o processo efetivo de socialização, criando assim um abismo entre a inclusão e o deficiente.
Seguidamente, vale ressaltar que embora exista um conjunto legislativo há mais de 20 anos no qual garante a acessibilidade e inclusão de todo cidadão, os próprios espaços e transportes públicos possuem infraestruturas bastante debilitadas para pessoas especiais. Somando esse ponto à languidez das leis, que deixa impune as transgressões , direcionadas à esses indivíduos, diariamente, gera um sentimento de insegurança no meio público.
Por fim, como dizia Nelson Mandela “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, sendo assim, é essencial que haja uma maior conscientização em instituições de ensino básico, por parte do Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Justiça para uma maior austeridade das leis nas práticas, além da criação de programas de atendimento voltados para pessoas especias, por parte da Conade (Conselho Nacional de Pessoas com Deficiência) com o proposito de facilitar sua ingressão nos mais variados âmbitos sociais.