Alternativas para melhorar o sistema educacional no Brasil

Enviada em 06/10/2018

Brasil: Pátria Educadora

Segundo o estudo da PISA, programa que mede a qualidade do ensino no mundo, o Brasil está nas últimas posições em Ciências, Leitura e Matemática. Há consequências para este fato, algumas delas são o desemprego, a fuga de cérebros, a defasagem na mão de obra, entre outros. Assim, é necessário mudar a metodologia de ensino e aumentar o investimento na educação.

De certa forma, os métodos de Paulo Freire e de Piaget são os responsáveis pela má qualidade da formação de alunos e professores. Eles afirmam que o conhecimento do estudante é formulado através de sua experiência de vida, método chamado de Socioconstrutivismo. O pensador independente Olavo de Carvalho afirma “para o funcionamento desse método, é necessário que o aluno tenha capacidades intelectuais equivalente aos de Pitágoras, Descartes, Sócrates, entre outros” e continua dizendo “é impossível que um indivíduo possua todas essas capacidades cognitivas”. Desse modo, esta metodologia está incorreta e não funciona na realidade.

Além disso, o investimento governamental é mal utilizado, já que faltam escolas e materiais necessários aos estudantes. No país, o gasto mensal por aluno é de 240 reais (segundo fontes do Ministério da Educação). Se comparado com os países europeus e asiáticos, o montante é de três a quatro vezes maior. Dessa maneira, não é necessariamente o investimento, mas a forma em que é aplicado. É importante, portanto, investir em construções de prédios escolares e em professores, para que possam dar aulas em períodos integrais. Assim, é possível que os alunos não caiam em esquemas de traficantes e criminosos.

Logo, tanto a metodologia quanto o uso do dinheiro público estão errados. São necessárias medidas de mudanças nos currículos das universidades de pedagogia e nos destinos de capitais. Nos cursos de pedagogia deve prevalecer a ideia de que o aluno deve memorizar os fatos e não construí-los do zero. Além disso, o Ministério Público deve fiscalizar o caminho e a utilização do dinheiro público destinado a educação. O órgão deverá redistribuir a contribuição entre a construção de infraestrutura e nos recursos humanos, além de aumentar a carga horária dos professores.