Alternativas para melhorar o sistema educacional no Brasil

Enviada em 24/10/2018

Relativo ao sistema educacional brasileiro, é sabido que ele não atende as necessidades da maioria da população, mesmo que não seja de todo ruim, em comparação com outros países ainda é um sistema ruim, com isso, alternativas para melhorias do mesmo são necessárias de se por em prática. Simultaneamente, os investimentos do Estado são errôneos, e as escolas, principalmente públicas, são “casas” de desobediência por muitos alunos, muito pelo ambiente violento vivido pela criança ou adolescente, e isso compromete também professores e os outros alunos.

A priori, os recursos destinados para educação no Brasil são completamente equivocados, isto pois é sentido que o ensino básico e médio foram abandonados pelo governo federal, visto que o país gasta quatro vezes mais em educação superior do que em educação fundamental dos jovens, segundo site “Uol”. Consequentemente, os brasileiros pequeninos são privados de uma qualidade em sua educação de base, que é quando são formados valores sociais e que o raciocínio e a inteligência são mais estimulados, em que, promoveria ao jovem um desenvolvimento individual, mesmo que ele não vá estudar o terceiro grau, ele teria um senso crítico de mundo aguçado e teria entendimento quanto ao respeito as regras e leis de uma sociedade.

Sobretudo, o “alvo” principal para aprendizado são as pessoas mais desprovidas de poder monetário, que dependem da boa qualidade de uma escola pública em um subúrbio violento. O problema deve ser tratado desde a causa, pois existem traficantes que vendem drogas nas esquinas de escolas primárias e de ensino médio, em que balas perdidas acertam crianças até dentro das creches, e  professores são agredidos em sala de aula, é inaceitável tais ocorrências para um país desenvolvido ou em desenvolvimento, como é o caso do Brasil.

Logo, o Estado deve destinar investimentos para essas pessoas, ao invés de expô-las a uma precaridade durante toda suas adolescências, para depois oferecê-las uma cota de “inclusão” em universidades. A inclusão deve ser feita antes; antes do descaso e indiferença com os mais pobres; e antes do perigo da criminalidade. Primeiramente, os recurso financeiros devem ser melhores distribuídos, pois o ensino básico e médio é insuficiente. Bom seria que o Estado priorizasse a educação acima de tudo e destinasse mais verbas para o MEC ( Ministério da Educação), para que esse ministério possa utilizar desse recurso para tornar a educação de base em períodos integrais. Não somente, as forças policiares civis de cada estado devem garantir a segurança em volta de todas universidades, colégios, escolas e creches. É suficiente uma ou duas equipes de policiais fazendo ronda nas proximidades das instituições de ensino durante horários-pico de trânsito de alunos.