Alternativas para melhorar o sistema educacional no Brasil
Enviada em 06/07/2019
Segundo o filosofo e pedagogo Paulo Freire, a educação não muda o mundo, mas as pessoas e elas mudam o mundo. Nesse viés, as melhorias no sistema educacional são de suma importância em virtude de ter um futuro melhor. Entretanto, embora necessário, não se atua em todos os ambientes escolares, ora pelo ensino retrógrado, ora pela falta de investimento. Deste modo, faz-se mister a reformulação dessa postura governamental de forma urgente.
Em primeiro plano, urge analisar o ensino retrógrado, em que afeta o ensino atualmente. Segundo o site da USP, aulas tradicionais são, geralmente, desinteressantes e desestimulantes para os alunos. Com isso há maior “desistência” no ensino médio, ao qual, assim como o G1 disse, quatro em cada dez jovens de dezenove anos não concluíram o ensino básico. A fim de melhorar o sistema de educação brasileiro, devem-se haver aulas mais diferenciadas e atualizadas.
Além disso, ressalta-se a falta de investimento, mesmo que, conforme informado no texto motivador, o Brasil tem o PIB dedicado à educação, maior que de muitos países. Assim, é provável que este investimento não esteja sendo utilizado corretamente, pois como se observa em outros países, alunos tem uma aula dinâmica, melhor qualidade de infraestrutura e até mesmo em qualidade de ensino, e no Brasil não há, mesmo havendo um grande percentual de investimento. Ao propósito de aumentar a qualidade educativa, devem-se haver fiscalizações nas escolas a fim de saber como o dinheiro está sendo gasto.
Tendo em vista os argumentos acima, em relação à melhoria na educação brasileira, é necessário haver fiscalizações e melhorias na dinâmica da aula. Cabe ao Ministério da Educação, órgão responsável por melhorar a qualidade da educação, informar por meio de palestras e mobilizações a fim de conformar os jovens sobre a importância da educação atualmente em toda a sua vida.