Alternativas para melhorar o sistema educacional no Brasil

Enviada em 15/08/2019

Segundo Piaget, “o principal objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que as outras gerações já fizeram.” Entretanto, essa não é a realidade do sistema educacional brasileiro. Nesse sentido, deve-se analisar o problema e buscar alternativas para resolvê-lo.

Primeiramente, deve-se atentar acerca da formação dos professores no Brasil. Países que lideram o ranking de educação mundial têm cursos de pedagogia que valorizam a importância da prática em sala de aula durante o curso. As faculdades de pedagogia têm mais foco na parte teórica e menos na parte prática. Em consequência disso, professores sem didática e despreparados para o ambiente da sala de aula são formados todos os anos. Isso só aumenta a precariedade do sistema educacional brasileiro.

Ademais, o modelo de ensino brasileiro é arcaico e gera desinteresse por parte dos alunos. A Finlândia é um país que tem um modelo educacional que valoriza a autonomia dos alunos e estimula a criatividade. Já no Brasil, os alunos não têm muita abertura para desenvolver a criatividade. Na maioria das vezes eles ficam na sala de aula, sentados em fileiras, enquanto o professor escreve na lousa. Dessa maneira, os estudantes ficam limitados e não conseguem dar o máximo de suas capacidades.

Portanto, fica evidente que o sistema educacional brasileiro está ruim e é necessário alternativas para resolver esse impasse.  A fim de melhorar a educação brasileira, o Ministério da educação (MEC) deve, por meio de politicas públicas, fazer algumas mudanças na grade curricular da graduação de pedagogia, dentre elas a maior enfase na prática do ensino e na didática incluindo a obrigatoriedade de certo tempo de prática antes dos graduandos se formarem. Paralelamente, o MEC deve começar a debater uma reforma no ensino brasileiro que tenha como objetivo a valorização da autonomia do aluno e o estimulo a criatividade assim como acontece na Finlândia.