Alternativas para melhorar o sistema educacional no Brasil

Enviada em 24/09/2019

Quando se fala em educação no Brasil as pessoas costumam descrevê-la como ineficiente e precária. Embora elas estejam certas em seu pensamento, melhor do que apontar defeitos é identificar causas e sugerir alternativas para melhorar o ensino brasileiro, sobretudo o público, onde se concentram os maiores desafios.

Nesse ínterim,  vale ressaltar que a escola forma alunos de igual conteúdo, ou seja, todos eles aprendem as mesmas habilidades, por  isso, não lhes é dada a chance de desenvolver potenciais específicos e direcioná-los ao seu melhor interesse. É devido a esse problema que se faz necessário uma maior flexibilização do ministério da educação, com o fito de permitir as escolas definirem suas disciplinas, baseando-se nas necessidades locais, no mercado de trabalho, na cultura e no potencial da sua população. Com isso, é possível ter um ensino básico diversificado, formar alunos com saberes diferentes e dá-los a oportunidade de escolher qual colégio melhor se adequa ao seu desiderato, diminuindo, inclusive, a evasão escolar.

Outrossim,  as instituições de ensino operam em  precariedade de equipamentos, podendo esse déficit ser resolvido através de parcerias público privadas  entre empresas que queiram financiá-las e fornecer-lhes insumos e o estado, com o fito de obter uma boa prestação do serviço docente. Para isso, o poder público pode oferecer vantagens como: descontos fiscais, propagandas e marketing empresarial, cursos de aperfeiçoamento de funcionários nas próprias escolas e até fornecer estagiários, pagos pelo governo, quando os discentes desenvolverem conhecimentos valorizados pelo mercado.

Por fim, é importante destacar que nada disso terá qualidade sem uma política de valorização do professor, devendo o governo pagar-lhes um salário digno além de premiação por bens e serviços prestados por empresas parceiras. Juntando todas essas sugestões seria possível o Brasil conseguir um educação mais eficiente e sólida.