Alternativas para melhorar o sistema educacional no Brasil

Enviada em 27/09/2019

Dentre tantas frases ditas por Nelson Mandela, dentro desse contexto, é pertinente trazer uma das mais famosas que diz: a educação é a arma mais poderosa que você pode usar contra o mundo. Com isso, o ex advogado e ex presidente da África do Sul quis ressaltar a importância da educação e o turbilhão de possibilidades que ela pode proporcionar a humanidade, logo, diante de tais benefícios, pode-se concluir que a educação deve ser vista como prioridade em todos os lugares do mundo, algo que nem sempre vem acontecendo.

Embora o sistema educacional brasileiro seja um dos dois únicos com verba constitucionalmente garantida, ele também é alvo de vários problemas, tanto no ensino básico (infantil, fundamental e médio) quanto no superior e até no pós-superior, sendo os mais graves a repetência e a evasão ou abandono, seguidos pelo analfabetismo e má qualidade de ensino e infraestrutura, o que dá ao país um índice altíssimo de repetência e também de evasão. O maior da América Latina. Fato que muitas vezes causa espanto, por vivermos em uma sociedade altamente moderna e permeada por avanços tecnológicos que acabam, muitas vezes, não sendo desfrutados de maneira benéfica.

As consequências dos problemas supracitados são inegáveis; os repetentes trazem inúmeros prejuízos ao país, milhões e milhões, quantia que daria para reestruturar, todos os anos, milhares de escolas pelo Brasil. Vale salientar que, embora saibamos que a responsabilidade de um  ensino de qualidade não é somente do profissional docente, o desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola, o que gera a necessidade de se ter profissionais cada vez mais hábeis, que possam orientar os alunos não apenas para serem alfabetizados e futuramente ingressarem em alguma profissão mas também se envolverem no crescimento de suas personalidades, os tornando bons serem humanos.

Em face disso, é de tamanha importância que os pais - ou qualquer responsável pelo indivíduo - e os seus professores estejam presentes na vida escolar do aluno, orientando o mesmo sobre os malefícios que a falta de ensino pode trazer tanto pra si quanto pra todos. Concomitantemente, o governo pode abordar o assunto desde o ensino fundamental - de maneira adaptada a cada faixa etária -, através de palestras feitas por profissionais ou até mesmo pessoas que tenham alguma experiência exemplar com os estudos, podendo assim, edificar um interesse maior aos estudantes. Em suma, o governo pode agir financeiramente possibilitando melhorias na infraestrutura, nos meios de transporte escolar, na formação dos professores e também nos seus salários; cientes de que todo o dinheiro gasto com educação, é na verdade um investimento.