Alternativas para melhorar o sistema educacional no Brasil

Enviada em 01/10/2019

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à educação e ao bem-estar social. Conquanto, o sistema de educação do Brasil impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

A educação é o fator principal no desenvolvimento de um País. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desses contraste é claramente refletido na falta de preparação para o mercado de trabalho. De acordo com o blog Lecom, uma pesquisa realizada nos EUA com estudantes, professores e pais, mais de 80% dos professores afirmam que a tecnologia permite que eles criem uma experiência de aprendizagem mais personalizada. Diante do exposto, a falta de ensino adequado em ambos as disciplinas básicas (português e matemática) rouba do aluno chances de desenvolver competências necessárias para escolher sua profissão.

Faz-se mister, ainda, salientar a degradação das condições salariais como impulsionador do problema. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Diante de tal contexto, além do baixo salário, há um problema sério de gestão que junto com a falta de investimento, gera uma educação debilitada. Precisa-se de escolas que consigam preparar crianças e adolescentes para viver, se relacionar e trabalhar em um mundo complexo como o que temos hoje.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem à construção de um mundo melhor. Cabe ao Ministério da Educação implementar o uso da tecnologia dentro da sala de aula para um melhor aproveitamento nos estudos e um ensino mais adequado nas disciplinas como matemática, português e ciências, para que o aluno possa ter opções no futuro. Dessa forma, o Brasil poderia superar falta de preparação para o mercado de trabalho.