Alternativas para melhorar o sistema educacional no Brasil
Enviada em 22/10/2019
O filósofo e educador Paulo Freire, possibilita pensar que a educação é a única arma que pode mudar o mundo. Fora do contexto histórico filosófico, no hodierno cenário global, sobretudo no Brasil, pode se perceber uma controvérsia ao fato, visto que houve a necessidade de haver uma reformulação do PNA (Plano Nacional de Alfabetização), que surgiu com o intuito de amenizar os problemas relacionados ao setor educativo do país. Destarte, é fundamental analisar as principais adversidades, como: falta de políticas públicas funcionais e o descaso por parte da sociedade em educar às crianças.
Mormente,vale ressaltar os fatores que colaboram para o não desaparecimento do deslize social. Anísio Teixeira, foi o educador que propôs e executou medidas para democratizar o ensino brasileiro e defendeu a experiência do aluno como base para o aprendizado. Ademais, seu pensamento foi berço para aprimorar escolas públicas. No entanto, no panorama atual a que a sociedade está enraizada, a prática dos alunos em colégios não esta sendo bem vista pela população, perante as precariedades que envolvem o governo, como infraestrutura de baixa qualidade e, o excesso de preconceitos que urgem nos colégios, os quais estão dentro o bullying e a inferiorização social e racial.
Por conseguinte, convém ressaltar os problemas que envolvem a sociedade como um todo e, crentes que a responsabilidade da construção do indivíduo, seja somente papel do cunho educacional. O filósofo Karl Marx, concebia uma educação socializada e igualitária a todos os cidadãos. Deste modo, percebe-se, que o ambiente educacional torna- se incompleto, decorrente do raso acompanhamento das famílias em junção da qualidade do ensino das crianças e adolescentes. De acordo com uma pesquisa do portal digital ‘‘Brasil Escola’’, 80% dos pais disseram ser importante a inclusão da família na escola, porém não podem participar; sendo assim, é comprovado o desinteresse dos cuidadores na formação dos jovens.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Para a conscientização da população brasileira a respeito do problema, urge que o Ministério da Educação e Cultura (MEC)- órgão do governo responsável pela composição civil da sociedade- crie, por meio de verbas governamentais, palestras e campanhas em locais educacionais públicos que conscientizem a relevância do papel da família e advirtam as precariedades do ensino e ambiente governista, sugerindo ao receptor o hábito de envolver-se no âmbito formacional. Somente assim, será possível combater essa oposição e instigar a ideia de Paulo Freire.