Alternativas para melhorar o sistema educacional no Brasil

Enviada em 11/11/2020

Sabe-se, que a qualidade do sistema brasileiro educacional é deficiente, o que gera sérios transtornos educacionais no país. Segundo dados do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), o Brasil está entre os piores resultados no ranking mundial. Esses dados revelam que tanto a falta de estrutura nas escolas, quanto a evasão escolar contribui para o atraso estudantil.

A princípio, é válido frisar que a falta de estrutura nas escolas tem relação com o investimento desproporcional entre o ensino básico e superior. Isso reflete, diretamente, no aprendizado dos alunos, já que de acordo com o PISA, 30% desses estudantes não sabem o básico de matemática ou interpretação de texto, Dessa forma, a defasagem no sistema educacional brasileiro aumenta devido a discrepância da qualidade de ensino.

Mas ainda, no tocante a deficiência na qualidade do sistema educacional brasileiro, a evasão escolar é um fator preponderante para o crescimento de tal problemática. Pelo olhar do presidente da ANED (Associação Nacional da Educação Domiciliar), Ricardo Dias, uma medida ao combate do atraso estudantil no país, é a regulamentação da prática conhecida como “homeschool”, a qual afeta, positivamente, as famílias que optem pelo ensino familiar. Conforme em outros países, que ocupam os melhores lugares no ranking mundial do PISA, como Estados Unidos, onde obtém resultados satisfatórios, visto que aderem a essa prática.

Diante disso, é necessário que a deficiência na qualidade do sistema brasileiro educacional seja superada. E também, que o Ministério da Educação juntamente com o poder legislativo aprove e regulamente a prática da educação domiciliar no país, através do suporte de professores e materiais de ensino que assegurem o aluno ao aprendizado adequado para as famílias que escolherem tal prática. Assim como, invista no ensino básico, por meio de programas de incentivo que visem a estruturação das escolas, a fim de promover uma educação justa e igualitária citada na Constituição cidadã de 1988.