Alternativas para melhorar o sistema educacional no Brasil
Enviada em 22/10/2017
A canção de Dani Black “O trono de estudar”, relaciona-se perfeitamente com a história evolutiva da psique da sociedade sobre a sala de aula. Tal canção foi postulada do ressentimento, quando estudantes ocuparam escolas para protestar contra medidas do governo paulista, a reorganização. Ao transpor a temática do sistema educacional no Brasil, percebe-se que a evasão escolar e as sucessivas repetências no ensino regular, tornaram-se perene. Ora, acreditar em progressão social, política e econômica sem um sistema pedagógico contingente, é ludibriar-se.
Ao principiar tal visão, é válido ressaltar que o Brasil tem a terceira maior taxa de evasão escolar, de acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Tal dado é diagnosticado ao notar-se um sistema pedagógico ineficiente e sem ferramentas interativas, tornando as aulas cansativas e monótonas. Ademais, somado a isso, em alguns casos, há a necessidade de conciliação entre trabalho e estudos, devido à baixa renda familiar. Contudo, as dificuldades dessa interação elevam as taxas de abandono, de acordo com G1. Ora, a decadência da educação ressoa a pequinês dos investimentos na área.
Essa postura advém, sobretudo, pela lacuna do velho jargão da educação sucateada. Ademais, quando se vincula com a ausência de concepções e de uma formação por parte da família, que permanece, na maioria dos casos, inertes no acompanhamento escolar dos filhos, resulta no atraso colegial dos mesmos, sendo que, 34% dos alunos não estão na série adequada, segundo a reportagem do RBS Notícias. Tal prática torna o fim de da mazela um processo ainda mais moroso, visto que, a relação pais-escola incentiva o progresso educacional do discente.
Depreende-se, portanto, a necessidade de implementação de medidas que resolvam os impasses que permutam na educação brasileira. Para tal, o Ministério da Educação deverá disponibilizar verbas estudantis destinadas para auxílio alimentação, moradia, e também para visitas técnicas, para apoiar na renda familiar e incentivar pesquisa científica. Somado a isso, a escola deverá adicionar em seu plano pedagógico, aulas interdisciplinares, com palestras, dinâmicas, com uso de aparelhos eletrônicos voltados para a aula, com a finalidade de tornar a escola um local atrativo, motivando os discentes. Em consonância, a família fomentar o diálogo e acompanhamento na área acadêmica dos filhos a fim torna-los mais seguros nos desafios impostos. Assim, “vamos de mãos dadas”, como disse Drummond, minorar os efeitos do equívoco social.