Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 23/03/2019
O analfabetismo funcional, situação vivida por cerca de 13 milhões de brasileiros, tipica-se pelo não desenvolvimento de competências de leitura, escrita, interpretação de texto e operações matemáticas adaptáveis com a escolaridade do indivíduo. Certamente, o cidadão que se encontra nessa situação tem seu progresso pessoal e social comprometido, geralmente por fatores ligados a estrutura de ensino estatal fragilizada e a falta de oportunidades de classes desfavorecidas.
De acordo com o sociólogo Émile Durkheim, “a educação é uma socialização da jovem geração pela origem adulta”. E quanto mais eficiente for o progresso, melhor será a evolução da comunidade em que a escola esteja inserida. Entretanto, o grande vazio de recursos fornecidos pelo estado para instituições de ensino, faz com que o ensinamento juvenil se torne precário, corroborando com o problema do analfabetismo.
Outrossim, esse defeito afeta aproximadamente cerca de 11,8 milhões de brasileiros, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ademais, esse número enfrenta altos obstáculos para conseguir boas posições no meio social, mas as feridas feitas em prática ao decorrer da vida, faz com que haja complexidade em essas pessoas conseguirem uma ótima interação em sociedade. Como evidencia o filósofo John Locke, “Tudo o que o ser humano é, tudo o que o ser acredita, tudo o que defende é fruto das experiências passadas ao longo da vida”.
Portanto, é de extrema importância que o governo faça grandes investimentos em colégios e em outros espaços didáticos, excedendo a visão tática de alfabetização através do letramento, bem como, ensinar a ler e a escrever dentro de um contexto de realidade da vida do aluno. Além disso, idealizar e instalar novos aparatos pedagógicos para reformular os métodos de ensino capazes de reduzir e amenizar o analfabetismo funcional no Brasil.