Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 22/03/2019

No contexto social vigente, segundo Mario Quintana,famoso poeta brasileiro,“os verdadeiros analfabetos são os que aprendem a ler e não leem”.Dessa forma, o analfabetismo funcional pode ser definido como a incapacidade que uma pessoa demonstra ao não compreender textos simples.No entanto,observa-se que tal fato ocorre pela desvalorização da sociedade para com a leitura, além do pouco intermédio político.Logo,avaliar a atual conjuntura do país faz-se um prerrogativa válida.

Em primeiro plano,deve-se analisar o desinteresse do meio social brasileiro pelo ato de ler como principal causador do problema.Desse modo,é exequível referir-se ao fato histórico do processo de implantação da leitura no país pela Família Real,em meados de 1808,pela intercessão da circulação de jornais e livros.Porém, hodiernamente é visível que a prática da interpretação e compreensão dos textos vem sendo esquecida gradativamente,principalmente,entre o meio juvenil, devido o fato destes não construírem o hábito de ler e exercitar a mente como algo constante desde cedo ,ocasionando o agravamento do presente imbróglio.

Paralelo a isso,é essencial aludir sobre a escassa intervenção dos governantes como outro possível imortalizador do emblema. Dessa maneira, segundo dados da revista Época,três em cada 10 pessoas são analfabetos funcionais,fator justificado pela exiguidade de medidas para a solução de tamanha adversidade,correspondente ao fato do governo não investir seu tempo e verba em programas que incentivem a leitura como atividade corriqueira.Em função disso, os obstáculos relacionados ao aumento do número de iletrados acabam por atarantar o epílogo da contrariedade.

Entende-se,portanto, que a continuidade da questão dos analfabetos funcionais no Brasil,na contemporaneidade, é obra da ausência de interesse do corpo social para com a leitura e pelo pouco auxílio governamental.Diante disso, é necessário que as instituições de ensino,juntamente com organizações não governamentais(ONG´s), promovam projetos de incetivo a prática da leitura ,recorrendo a conformação de feiras culturais e aulas temáticas que mostrem a importância de se criar tal costume, com o objetivo de incentivar jovens e adultos a lerem cada vez mais.Ademais, é indispensável que o Governo Federal,em parceria com o Ministério da Educação propiciem uma reformulação da cartela escolar, mediante a inclusão de um tempo no inicio ou final das aulas em que os alunos pratiquem a ação de ler, sempre com a presença de profissionais capacitados que os auxiliem nesse momento, com a finalidade de modificar o contexto atual.