Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 21/03/2019

Ao analisar o tema ‘‘Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil’ vê-se que, ainda é um problema que persiste na sociedade, segundo pesquisas do Ministério da Educação, no Brasil são 16 milhões de analfabetos, que desistiram ou não tiveram condições de se manter no âmbito escolar. Além da  falta de verbas e a negligência do governo sobre a educação, a ausência de profissionais capacitados nas escolas públicas para atender as necessidades de cada aluno são alarmantes. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.

Desde a revolução francesa o acesso a educação, se torna um direito legal de todo cidadão, mas hoje em dia, a educação de qualidade se restringe cada vez mais a um grupo de indivíduos privilégiados economicamente e socialmente na sociedade. Onde pessoas menos desfavorecidas e moradores de comunidade, estão sujeitos a receber um tratamento de ensino precário, como consequência disso, o índice de analfabetos no país só cresce.

Outrossim, é devido o modelo educacional arcaico e sem inovações que está presente nos colégios, e que interfere na aprendizagem do individuo, como por exemplo, uma sensação de insuficiência e incapacidade ao aluno de realizar suas devidas atividades escolares, o que ocasiona uma falta de motivação e até mesmo a desistência escolar. Ademais, a falta de professores e a ausência de investimentos nessa área prejudica o estudante, pois, se depara com falta de recursos e materiais de estudo.

Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse, já dizia o filosofo Immanuel Kant ‘‘o homem é aquilo que a educação faz dele.’’ Desse modo, percebe-se que um novo modelo escolar deve ser implantado nas escolas através da Seduc, e maiores oportunidades de estudo e investimentos devem ser dados as comunidades carentes. Juntamente com o ministério da educação, para que mobilize os profissionais qualificados que atenda as condições dos alunos na sala de aula, respeitando as dificuldades e a realidade de cada estudante.