Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 22/03/2019
Leitura. Escrita. Analfabetismo. É indiscutível que a leitura é essencial no cotidiano das pessoas. Muitos brasileiros desconhecem que seu país possui alto índice de não-leitores, fato que se deve ao tardio processo de escolarização, que se deu no início dos anos de 1960, implantado na sociedade. A realidade é que um país com tamanha taxa de analfabetos ou que aparece entre os piores leitores do mundo, tem comprometido seu desenvolvimento futuro, socialmente, culturalmente e economicamente.
Em primeira análise, pode-se ratificar que um país não-leitor acaba por ficar limitado a concepções e ideologias impostas pela classe dominante, essa que se encontra em posição bastante favorável, já que quem não lê dispõe de menos informações e acaba por aderir ao censo comum. Como afirma o médico e escritor António Lobo Antunes: “um povo que lê, nunca será um povo escravo”, o analfabetismo é um problema social que precisa ser eliminado do povo brasileiro.
Em segunda análise, em vista de seu passado histórico, o brasileiro enfrentou durante muitos anos a falta de acesso a livros e à leitura propriamente dita. Tal fato acaba refletindo nos dias atuais, como diz o filósofo chinês Confúcio: “se queres prever o futuro, estuda o passado”, a cultura, o hábito da leitura e a interpretação de textos é desconhecida por grande parte da população brasileira.
Sendo assim, é papel do Governo promover o fim do analfabetismo, possibilitando educação de qualidade de forma enérgica para que desde o início de sua formação, o cidadão seja instruído e alfabetizado com eficácia na leitura, mas também compreensão, interpretação e organização de ideias e textos para que esteja pronto para desenvolver censo crítico diante daquilo a ele será imposto. Além disso, cabe a elaboração de projetos sociais que priorizem a dinâmica da leitura na sociedade visando um futuro melhor para os cidadãos brasileiros.