Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 24/03/2019

Analfabeto funcional é o nome que se dá à pessoa na qual pode ser alfabetizada, todavia tem grande dificuldade na compreensão de textos, na qual impossibilita o indivíduo em seu crescimento pessoal e dificulta sua entrada ao mercado de trabalho.

Um dos fatores determinantes dessa situação é a falta de estímulo ao estudo em lugares no qual o aprendizado obtido é explorado, podendo ser na escola, em casa ou no cotidiano.

Segundo um estudo realizado pelo jornal Estadão, cerca de 38 milhões de pessoas são consideradas analfabetas funcionais. Essa problemática gera outros problemas ao país, tais como a elevação dos índices de desemprego e a diminuição nos gráficos de educação. Num espaço cujo mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e com mais exigências devido à alta demanda de mão de obra, dificilmente contratariam um indivíduo que não domina o básico da língua e da leitura.

De acordo com o Indicador de Analfabetismo Funcional (INAF), apenas 8% da população brasileira entre 15 e 64 anos é plenamente capaz de entender e se expressar corretamente.

Visto que a dificuldade do raciocínio lógico atinge grande parte da população brasileira, é preciso melhorar consideravelmente a qualidade do ensino regular, levando em consideração que uma mudança metodológica deve ocorrer: com escolas estimulando a interpretação e o raciocínio para solucionar problemas, juntamente com uma estrutura pedagógica diferenciada, no qual o aluno aplicará seus conhecimentos em situações cotidianas, além de implantar, obrigatoriamente, a alfabetização nas grades curriculares dos cursos de formação de professores, para que o letramento de crianças vire prioridade no currículo pedagógico de todas as escolas.