Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 25/03/2019
O analfabetismo funcional se caracteriza pela incapacidade da leitura de textos mesmo possuindo níveis reconhecidos de escolaridade. O Brasil é considerado uma pátria educadora, entretanto, a educação ainda se mostra insuficiente para o recomendado nos anos de escolaridade. Ademais, falta de incentivo a leitura tem desencadeado efeitos negativos na alfabetização.
O acesso a educação pública e de qualidade é assegurado a todo cidadão na constituição. Entretanto, segundo dados da Agencia Nacional de Alfabetização, metade dos alunos de terceiro ano do ensino médio apresentam resultados de um ensino insuficiente, com taxas insatisfatórias em exames de leitura e matemática. Esse ensino insuficiente acarreta a dificuldade em atividades básicas, como leitura e interpretação que se enquadram no analfabetismo funcional.
As informações veiculadas na internet tem se tornado constante motivo de debates por falta de entendimento. Segundo dados do INAF, 29% da população entre 15 e 64 anos são analfabetos funcionais, o que reflete na dificuldade em atividades cotidianas como a interpretação das noticias e textos simples ou desenvolvimento no ambiente de trabalho ou universitário no que se relaciona a atividades mais complexas.
Logo, é notório a necessidade de melhorias na educação brasileira. O Governo Federal deverá aumentar os seus investimentos na educação básica para que haja melhor desenvolvimento dos estudantes no ambiente de ensino além da disponibilização de recursos nas escolas, como implantação e melhoria das bibliotecas para maior incentivo e adesão da leitura pelos estudantes e assim, melhorias no desenvolvimento do senso critico.